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Stairway (to Heaven)

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E a coisa aguentou-se! Parabéns a todos

Exercício 2: Enunciado [Atelier Integrado, Atelier VII, 2010/2011]

Exercício 2: Projecto
Escola Primária e Jardim de Infância


Duração
1º Semestre do Ano Lectivo 10/11

Destinatários
Atelier Integrado [Arquitectura VII, Arquitectura Paisagista]

Tipo
Individual

Data de Lançamento
30 de Setembro 2010

Ponto de Situação I
28 de Outubro 2010

Ponto de Situação II
25 de Novembro 2010

Data de Entrega Definitiva
23 de Dezembro 2010


1. Objectivos

Tendo como tema geral o desenvolvimento de um equipamento em contexto urbano, o Exercício 2 da Cadeira Atelier Integrado / Atelier VII centra-se na reflexão, experimentação e desenvolvimento das capacidades de materialização de projecto, consolidando os instrumentos operativos adquiridos nos semestres anteriores.
O amplo espectro do tema possibilita desde logo abordar problemáticas próprias da urbe, versando processos e elementos de formação dos tecidos urbanos e da definição das suas morfologias, reflectindo-se sobre a sua constituição, alteração ou reconstrução a partir de um programa habitacional misto.
A integração das duas vertentes permite reflectir e compreender a interdependência e a relação directa entre inserção urbanística, morfologia urbana, paisagem e tipologia arquitectónica.
O exercício objectiva a tomada de consciência no que se refere à articulação simultânea de várias escalas, confrontado a reciprocidade entre a dimensão urbana e paisagística do projecto e a escala do programa, abrangendo-se da mesma forma aspectos como o da caracterização, da linguagem ou da materialização.
Procura-se aprofundar a vastidão e complexidade próprias do acto projectual, introduzindo-se-lhe, à medida do desenvolvimento do projecto, condicionantes de ordem programática, técnica, material e física. Dessa forma, ao mesmo tempo que se reforçam aspectos relativos à natureza do espaço a intervir, morfológicos e socioculturais, noções de tipologia, hierarquia, ou conceitos como público/privado, introduzem-se novas problemáticas, sejam elas de natureza técnica, interdisciplinar, ou construtiva; procurando operar, pelo projecto, uma síntese entre lugar, linguagem, função e construção.

A disciplina de atelier integrado desenvolve-se em três momentos distintos. Um primeiro momento de aproximação a um modelo de análise territorial terá como objectivo permitir e verificar a aplicação de conhecimentos propedêuticos relativos às metodologias de análise e à ecologia de paisagem.

Para obter aprovação à disciplina os alunos deverão ter desenvolvido até ao final do tempo lectivo do semestre três fases diferentes de execução de projecto, entregando em cada uma delas os elementos escritos e desenhados solicitados, e demonstrando capacidade criativa na solução proposta, quer em termos gerais, quer ao nível da qualidade específica dos elementos e ambientes que constituem a solução.
Deverá demonstrar domínio teórico e técnico nas soluções que propõe, quer ao nível do conhecimento do suporte biofísico e paisagístico em que intervém, quer ao nível das soluções construtivas que propõe, quer ao nível das interacções sujeito/paisagem. Deverá ainda demonstrar possuir espírito crítico na sua proposta, quer na ocupação territorial que propõe, quer ao nível do desenvolvimento de projecto.


2. Descrição

O processo de projecto incide sobre uma área consolidada da cidade, propondo-se aos alunos que aí desenvolvam edifício(s) destinados a uma Escola Primária e Jardim de Infância.
Será privilegiada a análise do conjunto edificado, do espaço público e da cidade que o envolve, recorrendo-se ao conhecimento adquirido nos semestres anteriores, quer no que diz respeito à história da arquitectura e da cidade, mas também ao que se refere à própria metodologias de análise do espaço; procurando-se que cada aluno construa e fundamente uma leitura própria do lugar da intervenção.
Neste contexto, a relação paisagista e arquitectónica entre novo e preexistências, bem como a relação entre tipologia, morfologia, linguagens e sistemas construtivos serão objecto de reflexão e aprofundamento durante o desenvolvimento do trabalho de projecto.

O processo de observação do contexto da intervenção deverá conduzir à identificação dos diversos elementos e formas que constituem o lugar do projecto, apoiando a sua caracterização e sua significação no contexto histórico da cidade, visando a fundamentação objectiva das propostas.
Esta deverá resultar de um processo em que o conhecimento do lugar e a capacidade crítica e criativa do aluno revelem um progressivo enriquecimento na estruturação do projecto na sua correspondente formalização.
Será também objectivo fundamental do exercício aprofundar a caracterização global do campo em que o arquitecto exerce a sua actividade, informando-o da natureza dos processos culturais e técnicos que a fundamentam; procurando-se estimular o aluno a adquirir uma perspectiva própria das questões que se lhe levantam.

O projecto será desenvolvido no interior do Jardim Botânico de Coimbra, devendo ligar-se ao contexto urbano que o envolve.

No final do presente exercício o Aluno deverá apresentar uma proposta de ocupação para a área urbana em causa, ao nível de um Projecto Base (esc. 1/100 ou superior); mas que inclua elementos gráficos a escalas superiores (1/100, 1/50) que permitam a compreensão dos principais elementos tipológicos.


3. Metodologia

Na primeira fase do trabalho o aluno deverá identificar claramente quais as variáveis, parâmetros e processos que poderão ser relevantes para o posterior desenvolvimento do programa e proposta. Analisará ainda quais as forças que originam esses processos (driving forces), se são sadios e a relação entre eles.
Ex.:
variável: insegurança
Driving force: ocorrência de assaltos
Factores/variáveis de relação: iluminação, ocultação de vistas, vandalismo, deficiente drenagem, etc.

A segunda fase do trabalho consiste na proposta de ocupação territorial da área em estudo, partindo de uma análise crítica ao modelo proposto pela carta de Atenas. Os alunos desenvolverão um programa de intenções que reflicta sobre a organização funcional do espaço, e a estrutura organizativa/zonamento que o concretizam. De que forma a estrutura organizativa responderá aos processos que ocorrem no território, e de que forma será geradora de alterações/inversões positivas nessa dinâmica?

A última fase consistirá na definição formal dos elementos propostos, quer do edificado, quer de toda a intervenção proposta ao nível dos espaços exteriores.
A fase de proposta será desenvolvida em dois momentos distintos, o da proposta inicial e da proposta final. A proposta inicial será alvo de avaliação pela turma, sendo que as variáveis da avaliação são previamente definidas por toda a turma, e sendo comum à avaliação de todas as propostas.
Ex. de variável: identidade, segurança, eficiência recursos, etc.

Esta avaliação prévia permitirá ao aluno acentuar aspectos da sua proposta, e corrigir os parâmetros em que eventualmente tenha obtido uma classificação desfavorável.
No final a proposta deverá concretizar-se ao nível de um Projecto Base, incluindo todas as peças escritas e desenhadas.

4. Programa

Escola Primária e Jardim de Infância

Numero de Alunos de Educação Pré-Escolar 150
Número de Alunos de 1º Ciclo de Ensino Básico 200

Educação Pré-Escolar
  • Sala de Actividades 6 x 50m2
  • Arrumo de Material 2 x 5m2
  • Vestiário de Crianças 2 x 18m2
  • Instalações Sanitárias Crianças 2 x 22 m2
  • Gabinete de Trabalho Educadoras 1 x 16 m2
  • Sala Polivalente 1 x 50 m2

1º Ciclo
  • Sala de Aulas 8 x 50 m2
  • Espaço de Educação Artística 8 x 10 m2
  • Laboratório 2 x 50 m2
  • Arrumo de Material 2 x 10 m2
  • Instalações Sanitárias Alunos 3 x 20 m2
  • Gabinete de Trabalho Professores 1 x 20 m2
  • Sala Polivalente 1 x 70 m2

Espaços Comuns
  • Refeitório 1 x 120 m2
  • Cozinha 1 x 60 m2
  • Vestiários e Sanitários de Pessoal 2 x 10 m2
  • Sala de Informática 2 x 50 m2
  • Sala de Tempos Livres 2 x 50 m2
  • Gabinete Director da Escola 1 x 15 m2
  • Gabinete de Atendimento ao Público 1 x 15 m2
  • Sala de Professores 1 x 15 m2
  • Arrecadação Geral 1 x 20 m2
  • Instalações Gerais Adultos 2 x 15 m2

Biblioteca
  • Sala de Leitura 1 x 75 m2
  • Sala de Trabalho 1 x 35 m2
  • Sala de Informática 1 x 50 m2

Ginásio
  • Ginásio 1 x 400 m2
  • Balneários 2 x 35 m2

Espaços Exteriores
  • Campo de Jogos
  • Recreio Coberto
  • Horta
  • Quinta pedagógica
  • Estufa
  • Outros, a definir pelo Aluno


5. Calendarização

Entrega I
14 de Outubro 2010

Elementos de Entrega (Projecto):
  • Caderno de Esquiços de Análise (formato A3 ou A4, sobre papel branco).
  • Processo de Análise (formato A3 ou superior, sobre papel vegetal).
  • Maquete Geral de Intervenção, Esc. 1/500 ou 1/1000
  • Planta Geral e Perfis, esc. 1/500;
  • Esquemas de Leitura do Lugar
  • Memória Descritiva
  • Outros elementos gráficos, (montagens, perspectivas, esquemas, maquetas de conceito, esquiços, etc.) que o aluno considere ilustrarem a sua estratégia de intervenção.


Entrega II
11 de Novembro 2010

Elementos de Entrega:
  • Processo; em cadernos formato A3 ou superior, sobre papel vegetal
  • Maquete Geral de Intervenção, Esc. 1/500 ou 1/1000
  • Planta Geral de Intervenção, Esc. 1/500 ou 1/1000
  • Maqueta, esc. 1/200; material a definir pelo Aluno
  • Plantas, Cortes, Alçados - Projecto Geral, esc. 1/200
  • Axonometria da Proposta - Projecto Geral, esc. 1/200;
  • Apontamentos Perspecticos e/ou Montagens Fotográficas, s/ esc.; técnica livre, formato A1
  • Painel Síntese, contendo síntese de elementos gráficos e escritos, s/esc.; formato A1, vertical.
  • Memória Descritiva e Descritiva da Solução, referindo-se obrigatoriamente à solução urbana, à estrutura organizativa e funcional, à relação com a envolvente, à(s) solução(ões) tipológica(s) e ao programa de intervenção; A4, em papel, podendo conter ilustrações.
  • Quadro de Áreas (útil e brutas); formato A4, sobre papel.


Data de Entrega Definitiva
23 de Dezembro 2010

Elementos de Entrega:
  • Processo; em cadernos formato A3 ou superior, sobre papel vegetal
  • Maquete Geral de Intervenção, Esc. 1/500 ou 1/1000
  • Planta Geral de Intervenção, Esc. 1/500 ou 1/1000
  • Maqueta, esc. 1/200; material a definir pelo Aluno
  • Plantas, Cortes, Alçados - Projecto Geral, esc. 1/200
  • Axonometria da Proposta - Projecto Geral, esc. 1/200;
  • Apontamentos Perspecticos e/ou Montagens Fotográficas, s/ esc.; técnica livre, formato A1
  • Painel Síntese, contendo síntese de elementos gráficos e escritos, s/esc.; formato A1, vertical.
  • Zona: Plantas, Cortes, Alçados, Esc. 1/50
  • Corte Construtivo, Esc. 1/50
  • Pormenores Construtivos, Esc. 1/5
  • Memória Descritiva e Descritiva da Solução, referindo-se obrigatoriamente à solução urbana, à estrutura organizativa e funcional, à relação com a envolvente, à(s) solução(ões) tipológica(s) e ao programa de intervenção; A4, em papel, podendo conter ilustrações.
  • Quadro de Áreas (útil e brutas); formato A4, sobre papel.


6. Avaliação

Parâmetros de correcção
  • Crítica de sustentação/correcção da interpretação da análise territorial fundamentada nas qualidades específicas do lugar, nas matérias de ecologia da paisagem e ecologia urbana, desenvolvimento demográfico, espaço colectivo, psicologia ambiental, economia, etc;
  • Capacidade de Análise de elementos Urbanos (volumetrias, elementos urbanos e/ou arquitectónicos, ligações viárias e pedonais, espaço construído vs. espaço verde, etc.)
  • Suporte da resposta no resultado dos pontos anteriores e capacidade criativa e técnica na proposta de alteração territorial;
  • Demonstração de domínio técnico na proposta de soluções;
  • Análise à criatividade, qualidade geral e domínio de concepção demonstrados (estrutura, unidade, qualidade formal);
  • Análise à qualidade específica (edificado e relação com a envolvente, enquadramento dos sucessivos eventos, visão serial do espaço, estudo dos caminhos, com especial relevo dos conjuntos vegetais, relação sombra/sol, elementos construídos, pavimentos, mobiliário, muros, …);
  • Capacidade de articulação de Programa;
  • Capacidade de Resolução Técnica do projecto;
  • Apresentação

Atelier VI / Atelier VIII

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Informam-se todos os alunos que a aula de apresentação dos Ateliers VI / VIII será na próxima 5ª feira, dia 4 de Fevereiro, pelas 10:30.

Em virtude de tal facto não haverá aula de atelier no próximo dia 2 de Fevereiro.

Notas de Exames Atelier V , Atelier VII e Atelier Integrado

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Publicam-se as notas dos exames realizados a 26 de Janeiro, para as Cadeiras referidas.

Atelier V
  • Ana Henriques - faltou
  • César Verdade - faltou
  • Hugo Macedo - faltou
  • Hugo Pimentel- 10 (dez)
  • Joana Cavaleiro - faltou
  • Sofia Miranda - 7 (sete)
Atelier VII
  • Marisa Rodrigues - 7 (sete)
Atelier Integrado
  • Acácio Nery - faltou
  • Bruna Santos - faltou
  • Miguel Monteiro - faltou
  • Mónica Arnaldo - faltou

Convocatória

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Tendo em conta que o exercício de Atelier VIII, para o segundo semestre do ano lectivo 09/10, irá ter como base de trabalho o objecto de Concurso para a Trienal de Lisboa 2010 , convocam-se todos os Alunos do 4º Ano e Arquitectura EUVG para estarem presentes no Seminário Concurso Universidades Cova da Moura, a realizar-se no próximo dia 25 de Janeiro, no Teatro Camões, em Lisboa.
O seminário inicia-se pelas 9:00 AM, e durará o dia inteiro.

Pede-se aos alunos interessados que confirmem a EUVG (secretaria, ou por via deste blog) o mais rapidamente possivel a sua intenção de assistir ao seminário, de modo a procedermos à marcação de lugares, e também a estudar-se a possibilidade de se organizar transporte colectivo.

Exames

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Informam-se os alunos que os exames de Atelier V / Atelier VII decorrerão no dia 26 de Janeiro de 2010, entre as 10:00 e as 14:00.

O exame compreenderá uma apresentação oral de cada trabalho de projecto realizado ao longo do semetre.

A entrega de projecto é obrigatoriamente composta por:
  • Plantas, cortes e Alçados, esc. 1/200; em folhas formato A1, ao baixo.
  • Maqueta esc. 1/200;
  • Maqueta esc. 1/1000; branca, para inserção na maqueta geral
  • 2 Paineis A1 com sintese do projecto, podendo conter desenhos ou outros elementos gráficos, texto, fotomontagens, etc.; verticais, em suporte rígido
  • Memória Descritiva e Justificativa da Solução; máx. 3 págs. A4
Para além do mais é obrigatória a apresentação do paper referente ao Exercício 3, que deverá contemplar uma apresentação oral do trabalho com 10 m. de duração.

Avaliação Final de Semestre

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Publicam-se agora as notas referentes à Avaliação Final do 1º Semestre do Ano Lectivo 2009/2010 para os Ateliers V e VII, e Atelier Integrado.

A nota final reflecte a ponderância dos vários exercícios elaborados ao longo do Semestre.

Atelier V
  • Ana Henriques - 5 (cinco)
  • César Verdade - 2 (dois)
  • Fernando Jesus - 13 (treze)
  • Hugo Macedo - 7 (sete)
  • Hugo Pimentel- 9 (nove)
  • Joana Cavaleiro - 5 (cinco)
  • Mário Raposo - 15 (quinze)
  • Sofia Miranda - 7 (sete)
Atelier VII
  • Ana Paula Batista - 12 (doze)
  • Carole Rodrigues - 14 (quatorze)
  • Fernando Martins - 15 (quinze)
  • Joana Labela - 12 (doze)
  • Marisa Rodrigues - 8 (oito)
  • Mónica Marinheiro - 14 (quatorze)
Atelier Integrado
  • Acácio Nery - 5 (cinco)
  • Bruna Santos - 5 (cinco)
  • Miguel Monteiro - 5 (cinco)
  • Mónica Arnaldo - 5 (cinco)

Datas de Exames

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Informam-se os alunos que os exames para Atelier V / Atelier VII se realizam no dia 26 de Janeiro pelas 10:00. No sítio do costume.

Entrega 5 de Janeiro

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Informam-se os alunos que a entrega do exercício 2 [projecto] deverá ser feita no dia 5 de Janeiro de 2010, pelas 10:30.

A entrega é obrigatoriamente composta por:

  • Plantas, cortes e Alçados, esc. 1/200; em folhas formato A1, ao baixo.
  • Maqueta esc. 1/200;
  • Maqueta esc. 1/1000; branca, para inserção na maqueta geral
  • 2 Paineis A1 com sintese do projecto, podendo conter desenhos ou outros elementos gráficos, texto, fotomontagens, etc.; verticais, em suporte rígido
  • Memória Descritiva e Justificativa da Solução; máx. 3 págs. A4
A avaliação final será comunicada ainda durante o dia 5 de Janeiro

Note-se que as maquetas dos projectos de Atelier Integrado / Atelier VII poderão ser comuns aos alunos que partilham o mesmo objecto de trabalho.

Kahn















Dominican Mother House, 1965, L. Kahn

St. Plus














imagem via Leornado Finotti


A propósito do projecto de Mónica Marinheiro, nomeadamente sobre as questões de relação entre a forma exterior, ambientes internos e iluminação, publica imagem do projecto da igreja de St. Plus (1966) , em Meggen, de Franz Fueg. Mais imagens aqui.

Já agora relembre-se um outro projecto com elementos em comum, no Of Beauty and Consolation.


Ponto de Situação 19 Nov

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Em relação à Entrega do Exercício II (projecto) realizado no passado dia 19, onde se fez um Ponto de Situação dos trabalhos; julga-se útil informar os alunos acerca do seus desempenhos académicos.

Os valores que agora se apresentam referem-se apenas ao trabalho discutido no ponto de situação; e não vinculam qualquer nota de final de semestre.

Atelier V
  • Ana Henriques - Não entregou
  • César Verdade - Não entregou
  • Fernando Jesus - 12
  • Hugo Macedo - 10
  • Hugo Pimentel - 11
  • Joana Cavaleiro - Não entregou
  • Mário Raposo - 14
  • Sofia Miranda - 9

Atelier Integrado
  • Acácio Nery - Não entregou
  • Bruna Santos - Não entregou
  • Miguel Monteiro - Não entregou
  • Mónica Arnaldo - Não entregou

Atelier VII
  • Ana Batista - 12
  • Carole Rodrigues - 10
  • Fernando Martins - 14
  • Joana Labela - 11
  • Marisa Rodrigues - 8
  • Mónica Marinheiro - 13

Aviso

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Em relação à Entrega de Projecto do próximo dia 19 aponta-se como obrigatório a entrega dos seguintes elementos:

Maquetas
. Maqueta 1/1000 da proposta (para colocar na maqueta geral)
. Maqueta 1/200 da proposta (os alunos de arqt. paisagista estão naturalmente dispensados da apresentação desta maqueta)

Painéis A1 (Vertical, 2 painéis mínimo)
.Conceito + Implantação (1/500 ou 1/1000)
.Planta(s) geral (ais) e cortes 1/200
.Outros elementos considerados necessários para a boa compreensão da proposta

Memória Descritiva e Justificativa (A4, 1 a 2 págs.)

Entrega

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Relembram-se todos os alunos que haverá entrega do Exercício II no próximo dia 19 de Nov.

A Cidade de Dite

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Informam-se todos os alunos que foram enviados convites para poderem, a partir desta data, publicar n'A Cidade de Dite. A ideia é que as colaborações permitam acompanhar o desenvolvimento dos trabalhos individuais, e possibilitar o acesso a toda a informação que cada aluno recolha.

Pede-se aos alunos que não receberam convite, para nos confirmar os respectivos e-mails.

Obrigado

Informação

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Informam-se os Alunos que a semana de Avaliação EUVG e respectivo workshop foram cancelados. Nesse sentido foi decidido na aula de atelier de 29 de Out., que a entrega prevista para o próximo dia 11 passa a ser feita no dia 19 de Novembro.

Exercício 1 - Notas

Publicam-se agora as notas para o Exercício I, dos Ateliers V, VII e Integrado.
Recorde-se que o objecto de trabalho para os Ateliers V e VII foi um espaço para um som, sendo o exercício para o Atelier Integrado um Abrigo / Casa de Conto.

As notas são dadas com os seguintes critérios: A (entre 20 e 16); B (entre 15 e 12); C (entre 11 e 8); D (entre 7 e 4); E (entre 3 e 0)


Acácio Nery - Paisagem - E
Ana Henriques - Arquitectura [V] - D
Ana Paula Batista - Arquitectura [VII] - E
Bruna Santos - Paisagem - E
Carole Rodrigues - Arquitectura [VII] - E
César Verdade - Arquitectura [V] - D
Fernando Jesus - Arquitectura [V] - D
Hugo Macedo - Arquitectura [V] - B
Hugo Pimentel - Arquitectura [V] - D
Joana Cavaleiro - Arquitectura [V] - D
Joana Labela - Arquitectura [VII] - D
Mário Raposo - Arquitectura [V] - C
Marisa Rodrigues - Arquitectura [VII] - D
Miguel Monteiro - Paisagem - E
Mónica Arnaldo - Paisagem - E
Mónica Marinheiro - Arquitectura [VII] - C
Sofia Miranda - Arquitectura [V] - D

Exercício 3 - Atelier Integrado [Pais + Arqt.] - Enunciado

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Exercício 3 - Atelier Integrado: a Arquitectura no Cinema

Duração
6 de Outubro '09 - 11 de Novembro '09
Destinatários
Atelier VII Arquitectura e Paisagismo
Tipo
Grupo / Individual
Data de Entrega
11 de Novembro 2009


Descrição

Trata-se de um exercício que propõe, a partir de uma obra cinematográfica, uma reflexão em torno da arquitectura e dos fenómenos urbanos, privilegiando a sua leitura de uma forma abrangente e integrada em outros discursos criativos.

Procura-se dar a interpretar a cidade e a arquitectura enquanto suporte de relações histórias, politicas, sociais fora dos seus normais limites disciplinares.

A selecção de filmes proposta procura a presença intrínseca da arquitectura e/ou do urbanismo, tornando-a no próprio Leit Motiv das obras.
Ao aluno será pedido que, a partir de uma dessas obras, elabore uma reflexão sobre o seu conteúdo, privilegiando exactamente a procura dessa estreita relação entre disciplinas.

Os trabalhos de cada Aluno serão apresentados oralmente, no Ciclo Arquitectura e Cinema, a ter lugar na Semana de Workshops da EUVG; introduzindo cada um dos filmes ao público.

O aluno deverá analisar o filme por ele seleccionado, procurando enquadrá-lo na obra do respectivo realizador, tendo em conta os seus aspectos formais e o universo plásticos por ele propostos, contextualizando-os no respectivo período histórico.
Deverão ser também alvo de análise aspectos que se prendem com a interpretação que o autor faz do espaço e do tempo e, claro, o grau de relação que a obra estabelece com a arquitectura e/ou o urbanismo.

Esta informação deverá ser compilada num texto [aprox. 10000 caracteres] a ser publicado neste blog até 11 de Novembro. Na semana de Wokshop, cada aluno fará a apresentação do filme, com duração de 15 m.

Obras

Mon Oncle, J. Tati, 1958
Blade Runner, Ridley Scott, 1982
Playtime, J. Tati, 1967
Chungking Express, Wong Kar Way, 1994
As Asas do Desejo, Wim Wenders, 1987
La Haine, Mathieu Kassovitz, 1949
Manhattan, Woody Allen, 1979
The Fountainhead, King Vidor, 1949
The Belly of an Architect, P Greenaway, 1987
The Man with the Movie Camera, Dziga Vertov, 1929

As obras deverão ser escolhidas pelos alunos até ao próximo dia 22 de Outubro. A partir dessa data serão atribuídas obras para os alunos que não tiverem seleccionado o seu objecto de trabalho.





Estratégia Geral de Intervenção



No passado dia 13 de Outubro o grupo de trabalho formado por Acácio Nery, Bruna Santos, Miguel Monteiro, Mónica Sofia, Ana Paula Batista, Carole Pereira, Marisa Rodrigues, Hugo Pimentel, Mário Raposo, César Verdade e Fernando Jesus definiram a zona de intervenção para os projectos de Atelier VI e Atelier Integrado [Arquitectura + Arquitectura Paisagista]; do qual de apresenta imagem resumo.
















O circulo verde corresponde à área total de intervenção para Arquitectura Paisagista [2ª fase do Exercício]. No próximo dia 22 de Out. deverá ser entregue por cada um dos alunos de paisagismo maqueta da proposta de intervenção à esc. 1/1000 [para colocar na maqueta geral], e paineis [A1, vertical] com a explicação da respectiva ideia.

O vazio a meio corresponde à área de intervenção para a Arquitectura [Atelier VII]: projecto do Convento.
No próximo dia 22 de Out. deverá ser entregue por cada um dos alunos de Atelier VII maqueta da proposta de intervenção à esc. 1/1000 [para colocar na maqueta geral], organograma funcional do edifício e paineis [A1, vertical] com a explicação da respectiva ideia.
se necessário, os alunos poderão avançar com maquetas a escalas superiores [1/500].

A vermelho surgem localizados 6 edifícios, que procuram resolver 6 pontos de contacto entre o território e a área envolvente; cabendo aos alunos do Atelier V proporem conceitos para cada um deles, que irão posteriormente ser desenvolvidos individualmente.

Os 6 edifícios deverão corresponder aos seguntes atributos :

Edifício 1 - Remate da entrada do Túnel [margem Sul], que deverá procurar garantir a marcação de uma entrada na área de intervenção, ligando-a ao percurso pedonal que se extende pela ponte. Edifício a ser desenvolvido por Joana Cavaleiro.

Edifício 2 - Definição urbana da Rotunda [Margem Sul], delineando um dos acessos principais à área de intervenção [automóvel e pedonal]. Serão desenvolvidos dois projectos distintos para esta implantação; sendo responsáveis pelas propostas Hugo Pimentel e Mário Raposo.

Edifício 3 - Definição urbana da entrada pedonal feita pela azinhaga existente [margem sul]. Deverá relacionar-se com as edificações existentes a sul. O projecto será desenvolvido por Sofia Miranda.

Edifício 4 - Edifício de separação entre a via automóvel e a área de intervenção. O[s] edifício[s] deverão estabelecer uma relação com o núcleo edifícado junto á ponte [Margem Norte] e estabelecer uma fronteira clara entre a estrada e o território alvo da intervenção. O projecto será desenvolvido por César Verdade.

Edifício 5 - Remate da entrada do Túnel [a Norte], que deverá procurar garantir a marcação de uma entrada na área de intervenção, ligando-a ao percurso pedonal que se extende pela ponte. Deverá prever-se ligação à Praia fluvial. O projecto será desenvolvido por Ana Henriques.

Edifício 6 - Este edifício deverá rematar a mancha de contrução a norte [G. Byrne], ligando simultaneamente as cotas superior e inferior; estabelecendo uma ponto sobre os eixos viário e ferroviário. Serão desenvolvidas duas propostas individuais para este edifício: uma porenvolvido por Fernando Jesus e outra por Hugo Macedo.

No próximo dia 22 de Out. deverá ser entregue por cada um dos alunos de Atelier V maqueta da proposta de intervenção à esc. 1/1000 [para colocar na maqueta geral], organograma funcional do edifício e paineis [A1, vertical] com a explicação da respectiva ideia.
se necessário, os alunos poderão avançar com maquetas a escalas superiores [1/500].

Entretanto serão publicados neste blog os restantes desenhos dos alunos intervenientes na aula de 13 de Out.

Exercício 2: Enunciado [Atelier Integrado]

Exercício 2: Projecto Requalificação de área urbana em Coimbra

Duração
1º Semestre do Ano Lectivo 09/10
Destinatários
Atelier Integrado [Arquitectura VII, Arquitectura Paisagista]
Tipo
Grupo / Individual
Data de Entrega Provisória
17 de Dezembro 2009
Data de Entrega Definitiva
5 de Janeiro de 2010

1. Descrição

Numa primeira fase os alunos desenvolverão um trabalho conjunto de análise da área de intervenção, em Coimbra (delimitada pela ponte Velha, a Norte, e pela Ponte Nova, a Sul, e que inclui ambas as margens do Mondego), definindo um programa e zonamento com base nos princípios da ecologia urbana e sustentabilidade económica, social e ambiental. Devem ser cumpridos todos os pontos apontados no programa de trabalho.

Numa segunda fase os alunos desenvolverão trabalhos individuais

Numa terceira fase constituir-se-ão grupos de dois alunos, um do curso de arquitectura paisagista, e outro do curso arquitectura, em estreita colaboração num projecto comum. O aluno de arquitectura paisagista deverá apresentar no final do exercício um estudo prévio de projecto de arquitectura paisagista para a área total em estudo, definida no seguimento da primeira fase. O resultado final deverá evidenciar de um trabalho interdisciplinar entre os dois alunos, em que a ideia de Convento, e espaço exterior e/ou Jardim conventual, se trate de forma integrada. A escala de trabalho será definida no decorrer do trabalho. Deverão ser cumpridos todos os pontos apontados no programa.

O Aluno deverá apresentar no final do exercício um projecto ao nível de um Estudo Prévio (esc.1/200) para um Convento, integrado na área de intervenção [em Coimbra, delimitada pela ponte Velha, a Norte, e pela Ponte Nova, a Sul, e que inclui ambas as margens do Mondego}.
O projecto será desenvolvido a título individual, devendo no entanto o Aluno trabalhar em parceria com os colegas dos Atelier V [arquitectura] e Atelier VII [Arquitectura Paisagista]; estes últimos em estreita colaboração num projecto comum.
Previamente será estabelecido por toda a turma um Plano Geral de Intervenção e Zonamento, que obrigará ao cumprimento dos requisitos funcionais, programáticos e paisagísticos aí definidos.
Este Plano Geral deverá ser definido à esc. 1/1000 ou 1/2000 por todos os Alunos, colectivamente, devendo no entanto ser posteriormente explorado de grupos de trabalho de 2 pessoas [um Aluno de Arquitectura e um Aluno de Paisagismo, por princípio].
Cada um destes grupos será responsável por delinear uma estratégia de zonamento e de ocupação de parte da área anteriormente definida, de modo a conter o Convento e espaços envolventes. [esc. 1/500]
A partir da definição do Plano Geral de Intervenção a cada aluno caberá desenvolver o Projecto, a desenvolver obrigatoriamente à esc. 1/200.

Para além da organização funcional e tipológica, exige-se ao aluno a definição arquitectónica e construtiva capaz de informar as soluções gerais de projecto, qualificando-o material e espacialmente.

Na segunda metade do Semestre será introduzida a Cadeira de Tecnologias, que irá abordar o projecto, avaliando-o do ponto de vista dos seus aspectos materiais e construtivos.

2. Metodologia

Quinzenalmente serão feitos Pontos de Situação do trabalho, com apresentações orais seguidas de debates, que deverão ser acompanhados por todo o corpo discente.
Cada aluno será não apenas responsável pelo desenvolvimento e apresentação do seu Projecto, como também pelo seu parceiro de projecto.

3. Desenvolvimento dos Trabalhos

O Aluno deverá adequar o desenvolvimento dos trabalhos de modo a cumprir os objectivos delineados na Calendarização Geral; de modo a possibilitar a possibilitar a discussão de pontos comuns a todo o corpo discente nas datas previstas.

4. Calendarização dos Trabalhos

Análise da área de intervenção e levantamento das suas principais características; com apresentação de desenhos de análise, colagens, referências, e outros (trabalho colectivo, com proposta única para os Ateliers V e VII, até 17/09/09). Desta entrega resultará uma maqueta única, de conjunto, construída por todos os Alunos da Turma [Atelier V e VII – Arquitectura, e Arquitectura Paisagista].
Material a entregar [17/09/09]: Maqueta [colectiva]

Definição de uma estrutura organizativa para a área de Intervenção, com apresentação de Peças Desenhadas (esc. 1/5000, 1/2000, 1/1000), maquetas, colagens, fotografias aéreas, etc. o desenho final do parque será apresentado à esc. 1/1000 ou 1/2000, apoiado por uma Maqueta (trabalho de grupo, com apresentação do uma proposta por Grupo de Trabalho, até 13/10/09).
Material a Entregar [13/10/09]: Maquete [colectiva]; Desenhos [individual].

Definição de um Modelo de Desenvolvimento do Projecto e/ou Conceito de Intervenção; com apresentação Livre (trabalhos individuais, com apresentação de uma proposta por Aluno, até 22/10/09). Nessa data dever-se-á definir do mesmo modo a implantação do(s) edifícios.
Material a Entregar [22/10/09]:
Arquitectura: Maquete de edifício [para introduzir em Maqueta colectiva 1/1000] e Maquete de Implantação 1/500; Paineis A1 [máximo 2] por Aluno, com conceito de intervenção e organização geral dos programa.
Paisagismo: Maqueta do território [para introduzir em Maqueta Colectiva 1/1000]; Paneis A1 [máximo 2] por Aluno, com conceito de intervenção e organização geral proposta.

Desenvolvimento do Projecto, através de suportes desenhados à esc. 1/500 e 1/200, bom como modelos tridimensionais em computador, maquetas, ou outros meios considerados adequados (trabalhos individuais, com apresentações na Entrega de Meio de Semestre [10/11/09].
Esta entrega será feita através de Maquetes e elementos gráficos necessários à boa compreensão do projecto; sendo avaliadas por um júri do qual farão parte docentes externos ao Atelier.
Esta entrega será alvo de avaliação oficial.

Desenvolvimento do Projecto à esc. 1/200, com informação respeitante a aspectos construtivos e materiais. Esta fase contará com a presença de docentes de tecnologias, que avaliarão as matérias correspondentes. O desenvolvimento do trabalho decorrerá até 17/12/09, coincidente com a entrega provisória.

Apresentação Provisória do Projecto, através de peças Desenhadas rigorosas à esc. 1/200, com apoio de Maquetas de estudo e outros elementos considerados necessários pelo aluno (trabalho individual, com apresentação de uma proposta por Aluno a 17/12/09); e

Apresentação Final do Projecto, através de peças desenhadas rigorosas, á esc. 1/200 (plantas, cortes, alçados) e uma área de projecto á esc. 1/100, incluído maqueta final rigorosa á esc. 1/200, modelos tridimensionais, memória descritiva e justificativa da solução e respectivo quadro de áreas (trabalho individual, com apresentação de uma proposta por Aluno a 5/1/09).

5. Material

O Aluno deverá munir-se do material que considere mais adequado para o desenvolvimento e apresentação de todas as fases do exercício.
Refira-se no entanto que, para a apresentação e discussão semanal do Projecto (ver Pontos de Situação em Calendário Geral do Semestre), o Aluno deverá usar unicamente folhas normalizadas formato A1, em vegetal e/ou em papel opaco, em cartaz a afixar nas paredes.
Serão aceites desenhos, colagens, fotomontagens, etc.; bem como modelos tridimensionais (maquetas) que ajudem à discussão dos projectos.
Todos os documentos escritos deverão ser redigidos em computador.

6. Avaliação

A avaliação é contínua, baseada nos Pontos de Situação e Entregas definidos; sendo o aluno avaliado não apenas pela qualidade do seu projecto, mas também pela forma de acompanhamento do seu colega e pela forma que analisa e critica trabalhos de outros colegas.
A avaliação final será feita ainda com base no acompanhamento do Processo de Projecto, bem como pelas peças da Entrega Final.

7. Programa Funcional

1ª fase

Complemento do levantamento e execução de maqueta de estudo da área de intervenção.
Análise territorial, incluindo análise biofísica, com particular relevo nas questões de morfologia (identificando quais os principais processos ecológicos que dela directamente dela decorrem), geologia, solos, circulação do ar e da água, exposição solar e insolação, elementos vegetais, incluindo as árvores notáveis e maciços de vegetação, fauna, , infraestruturas viárias, de energia e saneamento, situações de contaminação e/ou desconforto humano (ruído, poluição, congestionamento do tráfego, etc) e outros dados complementares que se verifiquem relevantes.

2ª fase [ARQ. PAISAGISTA]

Definição de um programa de espaços exteriores, delineando uma concepção geral do espaço, e definindo elementos específicos que caracterizem o novo espaço, em coerência com o projecto de arquitectura, valorizando a área em termos estéticos e microclimáticos, e em termos funcionais e sociais [ate 10-11-09]

2ª fase [ARQ. ]

Pretende-se obter um projecto de um Convento, a implantar na área de intervenção pré-definida, devendo integrar-se no seu contexto urbano e paisagístico.
O projecto do convento incluirá dois tipos de áreas distintas: espaços de acesso público, que incluem a Igreja, a Sala de Conferências, parte da Biblioteca [com acesso restrito] e parte dos seus espaços exteriores; e espaços de uso restrito, que abrangem a maior parte da área prevista, destinados a uso exclusivo das Freiras.

O Programa Funcional do edifício é o seguinte:

7.1 Igreja Conventual [600 m2]
A igreja será de acesso público; devendo no entanto prever-se uma área fisicamente separada do Salão, com ligação visual e auditiva para o altar, e ligada ao circuito interno do Convento. O objectivo é que o público e as Freiras possam assistir às homilias em simultâneo, sem que a presença destas últimas seja sentida.
Deverá ainda inclui-se na área prevista um Coro, o Púlpito, área de Confessionário, a Sacristia e a Sala do Pároco.

7.2 Sala de Conferências [200 m2]
Com acesso directo pelo exterior [público] e pelo interior [Freiras].

7.3 Sala do Capítulo [200m2]

7.4. Refeitório [300 m2]
Ligação directa à Cozinha.

7.5 Cozinhas [200 m2]
Deverá prever a existência de locais separados para preparação, confecção e distribuição de alimentos, áreas de lavagens, lixos, copa, armazéns frigoríficos e despensa. Ligação directa ao Refeitório.

7.6 Biblioteca [400 m2]
Ligada ao circuito interno do Convento, a Biblioteca deverá prever um acesso restrito ao público [investigadores, estudantes, etc.]
Deverá prever-se zona de consulta, gabinetes de trabalho individual [6 unidades], e gabinete do bibliotecário.

7.7 Escritório [30 m2]
Em zona próxima da Biblioteca

7.8 Átrio [área a definir, conforme proposta]
A entrada principal do Convento deverá incluir uma zona de Parlatório [2 unidades], que separe as Freiras dos visitantes; permitindo ainda assim contacto auditivo e visual.

7.10 Enfermaria [30 m2]
Junto à área de Celas.

7.11 Celas individuais [12 m2, 50 unidades]
Incluem área de repouso e zona de trabalho. A área de Celas deverá ser apoiada por zona de Banhos comuns, e por Instalações Sanitárias

7.12 Celas para Estudantes [15 m2, duplas, 20 unidades]
Incluem área de repouso e zona de trabalho. A área de Celas deverá ser apoiada por zona de Banhos comuns, e por Instalações Sanitárias.

7.13 Aposentos Mestre Geral [40 m2]
Deverá ser dividida em: zona de repouso, sala de estar / trabalho, copa, casa de banho

7.14 Aposentos de visitantes [15 m2, 4 unidades]
Cada quarto deverá ser servida por Casa de Banho própria. As 4 unidades deverão ainda partilhar uma Sala de Estar [25 m2], e ter acesso directo ao exterior e/ou ao Átrio

7.15 Sala Comum [100 m2]
Próxima das Celas

7.16 Sala Comum para Estudantes [50 m2]
Próxima das Celas para Estudantes

7.17 Sala de Aulas [75 m2, 5 unidades]

7.18 Retiro [40 m2]
Espaço destacado do convento, composto por uma Sala / Quarto, Casa de Banho e Copa de Apoio

7.19 Capela Mortuária [125 m2]
Composto por pequena Capela, por Sala de Apoio [com ligação directa ao exterior] e Instalações Sanitárias de Serviço.

7.20 Recepção [35 m2]
Sala de recepção de público. Em proximidade com o Átrio e Entrada Principal.

3ª Fase [Arquitectura e Arquitectura Paisagista]

Desenvolvimento dos respectivos projectos individuais, com constituição de grupos de 2 alunos [1 de arquitectura + 1 de arquitectura paisagista]; devendo no final ser apresentado apenas um projecto comum para o Convento.
Note-se que o Convento deverá ser apoiado por espaços exteriores. Os espaços exteriores de serviço ao convento deverão estar recolhidos em relação ao exterior.
O aluno poderá ainda propor a inclusão de espaços exteriores funcionais que julgue adequados à solução por si preconizada.
Como ideia de fundo, o projecto do Convento [e dos respectivo projecto de arquitectura paisagista] deverá incluir uma ligação entre ambas as margens do Rio, procurando tirar proveito dessa localização.